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5 SUVs que 'floparam' no Brasil e você provavelmente não se lembra mais

Assim como o Renault Koleos, outros utilitários esportivos não caíram no gosto do público

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Kia Sorento 2015
Kia Sorento 2015 Foto: Novo Kia Sorento chega no primeiro semestre de 2015

O mercado brasileiro de SUVs é um dos mais competitivos do mundo, e nem sempre ter o logo de uma grande marca na grade é garantia de sucesso. O caso do Renault Koleos, um utilitário esportivo com bom acabamento mas vendas discretas, serve como um bom exemplo.

A história automotiva nacional está repleta de modelos que chegaram com grandes expectativas, mas não conquistaram o público e acabaram esquecidos. Relembre cinco exemplos que ilustram bem essa situação.

Chevrolet Tracker (primeira geração)

Muito antes do sucesso do modelo atual, a primeira geração do Tracker, vendida no início dos anos 2000, era essencialmente um Suzuki Grand Vitara com o emblema da Chevrolet. Apesar da robustez e da tração 4x4, o preço elevado e o design já datado para a época limitaram drasticamente suas vendas. O SUV nunca decolou e abriu espaço para concorrentes mais modernos e acessíveis, tornando-se uma nota de rodapé na história da marca no país.

Peugeot 4008

Lançado em 2012, o Peugeot 4008 era um Mitsubishi ASX com visual da marca francesa. A estratégia de usar um projeto de outra montadora, conhecida como "rebadge", não funcionou bem por aqui. O SUV importado chegava com preço superior ao do seu "irmão" japonês e de outros rivais de peso, sem oferecer grandes diferenciais em motorização ou equipamentos. Sua passagem pelo Brasil foi curta, com números de vendas baixíssimos.

Ford Territory (primeira geração)

Em uma tentativa de competir no segmento de SUVs médios, a Ford trouxe o Territory da China em 2020. O carro oferecia bom espaço interno e uma lista recheada de equipamentos, no entanto, o motor 1.5 turbo de desempenho apenas modesto e o consumo de combustível elevado não agradaram. A percepção de ser um projeto chinês com o logo da Ford também pesou contra, e o modelo foi rapidamente substituído por uma geração completamente nova.

Dodge Journey e Fiat Freemont

Essa dupla de "primos" fez barulho no início da década passada com seu porte imponente e a opção de sete lugares. O Dodge Journey e o Fiat Freemont venderam relativamente bem nos primeiros anos, mas logo a fama de manutenção cara e o consumo altíssimo de seus motores cobraram o preço. No mercado de usados, tornaram-se modelos difíceis de revender, um clássico exemplo de sucesso inicial que se transformou em um fracasso comercial a longo prazo.

Kia Sorento (segunda geração)

O Kia Sorento é um nome conhecido, mas sua segunda geração, especialmente nas versões com motor V6, tentou brigar em um segmento de luxo onde não tinha tradição. Com preço próximo ao de modelos de marcas alemãs e um alto custo de manutenção, o SUV coreano não conseguiu convencer o consumidor premium. As vendas ficaram concentradas nas configurações mais simples, e as mais caras encalharam nas concessionárias, sendo hoje raras de encontrar.

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