A Volkswagen Amarok é uma das picapes mais emblemáticas do mercado sul-americano, e próximo do fim da atual geração, conquistou o marco de 800 mil unidades produzidas na planta de General Pacheco, na Argentina.
Um projeto com DNA argentino
Desenvolvida para competir em um segmento acirrado, a Amarok produzida em Pacheco abastece não apenas o mercado local, mas também dezenas de outros países. Dados da montadora indicam que aproximadamente 60% da produção foi destinada à exportação, com foco principal em mercados da América Latina, como o Brasil, mas tendo alcançado 102 países.
Evolução e marcos importantes
Ao longo de sua história, a Amarok passou por atualizações que a mantiveram competitiva. Um dos principais marcos foi a introdução do motor V6 TDI em 2017, que a posicionou como a picape média mais potente de sua categoria por um longo período, atraindo consumidores que buscavam alto desempenho sem abrir mão da robustez.
Mais recentemente, em 2024, o modelo recebeu um facelift para se manter atualizado no mercado regional, enquanto uma segunda geração, desenvolvida em parceria com a Ford, começou a ser produzida na África do Sul em 2022 para outros mercados globais.
Nova geração chegando
Pensando nos próximos anos, a Volkswagen reafirmou seu compromisso com a produção local ao anunciar, em 2025, um novo ciclo de investimentos na fábrica de Pacheco. O aporte visa modernizar as instalações e preparar a linha de montagem para o futuro da Amarok na América do Sul, garantindo a continuidade de sua produção e evolução para os próximos anos.
A nova geração da Amarok terá origem chinesa e usará como base a Maxus Interstellar X. Ao que tudo indica, a nova geração manterá a motorização diesel como destaque, mas deve receber uma variante a gasolina, provavelmente híbrida, para rivalizar com a BYD Shark, por exemplo.
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