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Honda terá sistema híbrido exclusivo para City e WR-V, afirma site

Modelos terão conjunto híbrido que deverá ser mais simples que o utilizado por Civic e Accord

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Honda WR-V EXL
Honda WR-V EXL Foto: Enrico Paladino/Vrum

A Honda encerrará 2026 com quatro carros híbridos no Brasil: Civic, Accord, CR-V e Prelude, contudo, a marca também trabalha em um conjunto eletrificado desenvolvido e fabricado no Brasil, segundo informações da Quatro Rodas.

Segundo o site, a informação é de que a marca está desenvlvendo um conjunto nacional para equipar seus carros produzidos localmente: City hatchback e sedan, WR-V e HR-V, todos movidos pelo propulsor 1.5 aspirado de 126 cv e 15,5 kgfm de torque, e no caso do modelo mais caro, há também uma opção turbo de 177 e 24,5 kgfm de torque.

Honda City 2025
Conjunto aspirado da Honda é conhecido por baixo consumo de combustível Foto: Divulgação/Honda

A reportagem afirma que detalhes técnicos ainda não foram especificados pela fonte, que diz que a tecnologia ainda não passou pelas validações técnicas e comerciais necessárias. Contudo, a tendência é que a tecnologia adotada seja híbrida leve (MHEV) nos carros com motor aspirado. Essa tecnologia já é adotada por outros carros da mesma faixa de preço de City e WR-V.

Os modelos híbridos leves podem ser encontrados em variantes de 12V (como no caso dos Stellantis com motor 1.0 Turbo) ou 48V (No caso dos Stellantis 1.3 turbo, Tiggo 5X e Kia Stonic). Em ambos os casos, o sistema híbrido leve substitui motor de partida e alternador por um motor gerador, que cumpre essas funções e também auxilia o motor a combustão em retomadas e acelerações leves, mas em hipótese alguma tem força para tracionar as rodas sozinho.

Quais as vantagens de um híbrido leve?

Honda City Touring
Honda City terá conjunto híbrido somente após reestilização, aguardada para a linha 2027 Foto: Mauricio Campelo/Vrum

Para o consumidor, a vantagem desse sistema se traduz em cerca de 10% de economia de combustível em uso urbano (dependendo do caso), facilidade de manutenção no conjunto mecânico, bem como isenção ou redução do IPVA dependendo do estado onde o veículo está registrado.

Para a fabricante, o sistema pode ser instalado em um projeto já existente e sem grandes alterações no motor, estrutura do carro e carroceria. No caso dos modelos da Fiat, por exemplo, há uma segunda bateria instalada sob o banco do motorista.

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Motor do Honda Civic Híbrido possui cabos laranja que mostram conexões de alta tensão Foto: Divulgação

No caso do Civic Híbrido (já com sistema pleno e:HEV), a bateria do sistema é de alta tensão (260V) e ocupa todo o espaço abaixo do banco traseiro. Nesse caso, o motor elétrico é maior e a tração é primariamente elétrica. Esse sistema é mais avançado e caro de se produzir, mas também apresenta números de consumo excelentes.