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Seguro automotivo

Seguro de carro custa mais de 70% na Zona Oeste de Belo Horizonte

Levantamento da TEx mostra que região tem o maior índice para automóveis da capital, enquanto o Centro registra os menores valores

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Seguro automotivo em BH pode ser mais caro em certas regiões
Seguro automotivo em BH pode ser mais caro em certas regiões Foto: uarez Rodrigues/EM/D.A.Press

Motoristas de Belo Horizonte podem pagar valores bastante diferentes pelo seguro do veículo dependendo da região onde moram. De acordo com o Índice de Preço do Seguro de Automóvel e Moto (IPSA + IPSM), desenvolvido pela TEx, empresa da Serasa Experian, a Zona Oeste registrou o maior custo para o seguro de carros em maio, ficando 73,3% acima do valor observado na região central da capital. 

Segundo o levantamento, o índice do seguro de automóveis na Zona Oeste foi de 5,2%, enquanto o Centro registrou 3,0%. No caso das motocicletas, a diferença também foi significativa: a Zona Oeste alcançou 8,9%, contra 6,3% no Centro. Apesar disso, o maior índice para motos foi registrado na Zona Leste, com 10,7%. 

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Preço do seguro subiu para os homens Foto: Reprodução Educando seu Bolso

Considerando toda a Região Metropolitana de Belo Horizonte, o índice médio ficou em 4,5% para automóveis e 8,5% para motocicletas. A pesquisa analisou dados de nove regiões metropolitanas brasileiras e mostrou que o Rio de Janeiro segue liderando o ranking nacional, com índice de 6,1% para carros e 12% para motos. São Paulo aparece na sequência, com 4,8% e 11,7%, respectivamente. 

No cenário nacional, maio fechou com índice médio de 4,6% para seguros de automóveis e 8,9% para motocicletas. Apesar da alta em relação ao mês anterior, os percentuais permanecem abaixo dos registrados no mesmo período de 2025. 

Toyota Corolla Cross 2026
Toyota Corolla Cross tem o seguro mais caro entre os carros de passeio Foto: Divulgação/Toyota

O levantamento também mostrou que veículos movidos exclusivamente a gasolina ainda representam a maior parte das cotações, com 80,9%, mas modelos híbridos e elétricos seguem ganhando espaço. Entre os veículos com até dois anos de uso, os híbridos apresentaram o menor índice de seguro, de 2,6%, enquanto os elétricos registraram 3,7%.