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LEVANTAMENTO

Veja os carros mais usados por motoristas de aplicativo no Brasil

Modelos compactos e populares concentram a maior parte das viagens, mas há crescimento consistente do uso de veículos elétricos e híbridos

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Motorista de aplicativo visualizando o mapa em seu celular
Motorista de aplicativo visualizando o mapa em seu celular Foto: Reprodução: Uber

Os carros considerados "populares" respondem por 80% das corridas por aplicativo no Brasil, segundo um levantamento do Data Gaudium, baseado em corridas registradas em fevereiro de 2026 e divulgado nesta terça-feira (24). 

O estudo aponta que modelos compactos e populares concentram a maior parte das viagens, mas também indica um crescimento consistente do uso de veículos elétricos e híbridos. A análise considerou apenas veículos fabricados entre 2016 e 2026. 

Renault Kwid vermelho modelo 2023
Renault Kwid vermelho modelo 2023 Foto: Divulgação/Renault

De modo geral, o Renault Kwid foi destaque, se mantendo como um dos carros de menor preço de sua geração e aparecendo entre os veículos com maior número de corridas. Outros hatches, como Hyundai HB20, Volkswagen Gol e Fiat Mobi, também estão no topo. 

O estudo do Data Gaudium, por outro lado, indica que o valor de compra não é o único critério. Sedãs como Hyundai HB20S, Chevrolet Prisma e Onix Plus aparecem entre os mais utilizados, mesmo com preço superior, devido a vantagens como maior espaço interno e porta-malas mais amplo.

Elétricos em ascensão 

Como o BYD Dolphin Mini movimentou o mercado brasileiro em 2024
BYD Dolphin Mini Foto: BYD/Divulgação

O levantamento também aponta para a ascensão na adesão de modelos elétricos da BYD. Dolphin Mini e o Dolphin, por exemplo, registram crescente no número de corridas, com o Dolphin Mini liderando entre lançamentos recentes.

"Ainda que o preço inicial seja superior ao dos compactos tradicionais, a economia de combustível e o menor custo de manutenção tornam esses veículos cada vez mais competitivos no segmento de aplicativos, especialmente diante da pressão por redução de gastos operacionais", afirma Júlia Camossa, estatística responsável pelo Data Gaudium.