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SEGURANÇA

Honda amplia esforços para recall de airbags mortais da Takata

Marca está trabalhando junto a leiloeiro particular do RJ para viabilizar substituição

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Os airbags da Takata provocaram um recall com mais de 100 milhões de carros
Os airbags da Takata provocaram um recall com mais de 100 milhões de carros Foto: Os airbags da Takata provocaram um recall com mais de 100 milhões de carros

A Honda está ampliando seus esforços para reparar os airbags da Takata. Nesta segunda-feira (19), a montadora japonesa anunciou que, em parceria com concessionárias locais, irá trabalhar junto a um leiloeiro particular do Rio de Janeiro para viabilizar a substituição dos equipamentos. 

Na semana passada, a Honda já havia firmado um acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de Sâo Paulo (Detran-SP). O órgão paulista se comprometeu a reparar os airbags "mortais" japoneses dos carros apreendidos antes de leiloá-los. 

A Honda reforça que a ruptura do insuflador defeituoso do airbag Takata pode ser fatal ou ferir os ocupantes do veículo. O proprietário pode verificar se seu veículo necessita de reparo pelo link www.honda.com.br/recall.

O agendamento pode ser feito pelo mesmo site, pela Central de Atendimento ao Cliente (0800-701-3432) ou em qualquer concessionária Honda Automóveis do país. O reparo é rápido, gratuito e independe de consulta às pendências financeiras, documentação ou impostos.

Airbags mortais da Takata

airbags inflados modelo suzuki visto de lateral
Modelos de diferentes marcas equipados com os airbags da Takata podem apresentar problema Foto: Modelos de diferentes marcas equipados com os airbags da Takata podem apresentar problema

O caso envolvendo os airbags da Takata é considerado um dos maiores escândalos da indústria automotiva mundial. Isto porque o defeito está associado a acidentes fatais causados pela fragmentação do insuflador no momento da ativação.

No fim de 2024, a a TV Globo informou que cerca de 1,9 milhão de veículos circulam com esses "airbags fatais" no Brasil. Esses itens foram utilizados por 17 montadoras na fabricação de automóveis entre 2001 e 2018.

O problema se deve ao uso de nitrato de amônio para inflar o airbag. Ao longo dos anos, a substância sofre uma reação química, tornando-se altamente explosiva. No Brasil, o equipamento já deixou algumas vítimas.

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