O Departamento de Fefesa dos Estados Unidos pediu a empresas do setor automotivo para ajudar na fabricação de armas e munições para os conflitos armados em que o país se encontra. De acordo com reportagem do Wall Street Journal, executivos de Ford, General Motors e outras fabricantes se reuniram com oficiais do Pentágono para discutir o tema.
A medida é similar ao “Arsenal da Democracia” de 1940, quando o presidente Franklin Roosevelt recorreu às empresas de diversos setores dos Estados Unidos para produzir armamentos e outros materiais para ajudar os ingleses na primeira guerra mundial.
Segundo o WSJ, além dos representantes do Pentágono, as reuniões contaram com executivos da Oshkosh e GE Aerospace, duas empresas do setor de defesa dos Estados Unidos. O jornal afirma que os militares apenas sondaram a possibilidade de ajuda das empresas automotivas na fabricação de equipamento militar.
Segundo a imprensa americana, o departamento de defesa do país deve receber 1,5 trilhão de dólares em orçamento, o que pode facilitar no convencimento dessas empresas a aceitar o desafio.
No caso da General Motors, aumentar a escala de produção de veículos militares será mais simples, uma vez que a empresa já conta com uma divisão de defesa estabelecida, a GM Defense. No caso da Ford, a empresa está longe de produzir artefatos ou veículos militares desde a segunda guerra mundial.
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