O período de fim de ano e de férias escolares é marcado pelo alto número de carros nas rodovias espalhadas pelo Brasil. Em diversos estados, condutores podem até não ter percebido, mas passaram por pedágios Free Flow, de cobrança automática e sem cancela.
Justamente por isso, o Portal Vrum separou um manual para ajudar o leitor a saber se precisa pegar algum pedágio que passou despercebido. Desta forma, o texto auxilia como realizar o pagamento e evitar cair em golpes envolvendo o Free Flow. Veja abaixo.
Como funciona o pedágio Free Flow?
Com a implementação do Free Flow, o funcionamento da cobrança da tarifa é feito através de duas formas: pela identificação da placa do veículo que estiver passando pelo trecho ou por uma TAG (etiqueta eletrônica), que é um chip que emite sinais com as informações do veículo. Logo após passar pelo pórtico de cobrança, os dados são registrados e o boleto fica à disposição para pagamento. Para não ter atraso ou multa por evasão, é preciso quitar o débito em até 30 dias.
Como é feito o pagamento
O pagamento deve ser feito pelos canais online de autopagamento da concessionária, estabelecimentos credenciados ou por totens presenciais de autoatendimento. Caso você já possua uma TAG em seu veículo, a tarifa é encaminhada diretamente para a fatura da sua operadora e se a mesma não chegar, há uma consulta posterior a partir da identificação da placa.
Os veículos que não possuem uma TAG são reconhecidos pelo sistema, que faz a leitura da placa e o pagamento estará disponível em até 48 horas após a passagem pelo Free Flow. O motorista necessita realizar um cadastro no site ou app da CCR RioSP, CSG FreeFlow ou EcoNoroeste, a depender de qual local você estiver viajando, para consultar as informações de suas viagens.
Veja como pagar:
- Digite a placa do veículo;
- Confira os valores pendentes;
- O pagamento deve ser feito via Pix, escaneando o QR Code exibido na tela;
- Salve o comprovante se achar necessário.
Há algum tipo de desconto?
Sim, este sistema conta com o Desconto de Usuário Frequente (DUF) e o Desconto Básico TAG (DBT). É importante verificar nos sites das concessionárias informados acima na matéria, a categoria e o tipo de desconto que o seu veículo e a sua rotina de viagens se enquadram.
E os golpes?
O alerta é da Associação Brasileira das Empresas de Pagamento Automático para Mobilidade (Abepam), que chama a atenção para o aumento de fraudes envolvendo o novo modelo de cobrança. Essa mudança no formato abriu espaço para golpes, principalmente por meio de sites falsos que simulam páginas de consulta e pagamento, além do envio de boletos fraudulentos por e-mail ou aplicativos de mensagem.
A Abepam reforça que as concessionárias não enviam boletos aos motoristas. O pagamento deve ser feito exclusivamente nos sites ou aplicativos oficiais das empresas que administram cada rodovia. Como cada concessão possui seu próprio sistema, conferir o endereço eletrônico antes de qualquer transação é fundamental.
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