UAI
Carro recuperado

Polícia de Nova York usa AirTags para localizar carros roubados

Além dos localizadores da Apple, polícia de Nova York ainda usa dardos com GPS e leitores de placas para localizar carros roubados

Publicidade
SIGA NO google-news-logo
AirTags da Apple são utilizados pela polícia de Nova York para localizarem carros roubados
AirTags da Apple são utilizados pela polícia de Nova York para localizarem carros roubados Foto: Montagem

Assim como no Brasil, o roubo de carros é um problema constante em Nova York, nos Estados Unidos. Dessa forma, a polícia da cidade e também de Nova Jersey tem utilizado diversas tecnologias para reduzir a ocorrência dos crimes, entre elas o Apple AirTags.

O localizador da marca da maçã pode ser colocado em diversos objetos e, caso os perca, basta acessar o aplicativo ‘Buscar’ dos eletrônicos para encontrá-los. O AirTag pode ser compartilhado com até cinco pessoas que recebem a localização em tempo real.

Além dele, a polícia dos Estados Unidos tem outros métodos para controlar o roubo de automóveis, como o “plano de mitigação” que envolve a criação de um engarrafamento. A ideia é desacelerar o trânsito e fazer com que o criminoso fique parado, como todo cidadão comum voltando do trabalho. Para isso, são fechadas pontes, partes de rodovias e depois é reduzida a velocidade do tráfego, fechando os pontos de fuga.

Junto ao AirTags, polícia faz uso de outras tecnologias

Mulher de pele preta com casaco caramelho abre caixa de Airtag. A pessoa está no assento do motorista com o volante em sua frente e console central ao lado.
Localizador da Apple pode ser colocado em ponto escondido no carro para que ladrão não o perceba Foto: Reprodução/Redes Sociais

A cidade de Nova York distribuiu Apple AirTags para os proprietários de modelos da Kia e Hyundai, para que o rastreio dos veículos seja mais fácil. Além disso, os agentes de segurança contam com outras tecnologias para a recuperação de carros roubados.

Entre elas, está o sistema Starchase, que conta com dardos GPS, que podem ser disparados por dispositivos portáteis que atingem até 48km/h. Os projéteis podem também ser disparados manualmente e têm uma cola ativada por calor que gruda no veículo roubado em fuga.

A ideia da tecnologia é limitar os riscos que os cidadãos correm quando há uma perseguição. Já que nas ações, os suspeitos podem ficar feridos, os próprios policiais e até membros do público chegam a ter algum tipo de ferimento.

Em conjunto com os AirTags e dardos com GPS, a polícia de Nova York também recebeu leitores automáticos de placa capazes de alertar os agentes quando um veículo roubado é detectado.

Apesar dos AirTags, polícia continuará utilizando técnicas antigas

Pessoa negra vestindo terno aponta para traseira de carro da polícia.
Além do AirTag, polícia utiliza outras táticas para mitigar os roubos de carro Foto: Reprodução/Redes Sociais

Mesmo com as novas tecnologias, os métodos antigos continuarão sendo utilizados pela polícia de Nova York. Dessa forma, as esteiras com espinhos, feitas para estourar pneus e que forçam o fugitivo a parar o carro, serão mantidas. Além disso, os rádios dos agentes receberam atualizações e podem ser rastreados por meio de aplicativo usado por eles.

Os AirTags são vendidos a partir de R$ 369 no Brasil. O preço salgado pode afastar o cliente e dificultar o uso dele por aqui, mas ainda não se compara com a perda de um carro.