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Vale a pena?

Kawasaki Ninja elétrica tem apenas 12 cv e roda 66 km

Modelo chega com baterias removíveis e pilotagem simples para o dia a dia

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Kawasaki Ninja E-1
Kawasaki Ninja E-1 Foto: Divulgação

A Kawasaki retomou a oferta da versão elétrica da Ninja, a E-1 nos Estados Unidos na linha 2027. O principal ponto é a potência máxima de apenas 12 cv e preço de 7.899 dólares (R$ 40,6 mil).

Visualmente, a nova Ninja e-1 se destaca pela pintura branca com detalhes no tradicional verde da Kawasaki. O estilo da moto lembra bastante a Ninja 300, mas parte da carenagem é aberta para resfriar as baterias.

Foco no uso urbano

Apesar dos números, a Kawasaki acredita que a E-1 pode atrair um público específico, posicionando-a como uma moto urbana de pilotagem simples e visual esportivo. Por ser elétrica, não há embreagem para dominar nem motor a combustão.

O modelo de 140 kg inclui um modo Walk, que auxilia em manobras para frente e para trás. Suas baterias são removíveis, permitindo que moradores de apartamentos as carreguem em casa. A recarga leva 3,7 horas e também pode ser feita com as baterias instaladas na moto.

Kawasaki Ninja E-1
Kawasaki Ninja E-1 Foto: Divulgação

A potência máxima da E-1 está disponível apenas por 15 segundos no modo e-boost. Fora isso, a moto fica restrita a 7 cv. Sua autonomia é de 66 km, desde que se utilize o modo ECO e sem acionar o e-boost. Em comparação, as motos a gasolina rodam ao menos 275 km com um tanque.

É difícil justificar a Ninja e-1 especialmente pelo alto preço, já que pagando menos (7.599 dólares) é possível levar para casa uma Ninja 650 de 67 cv de potência, disponíveis o tempo todo. Há ainda versões de 500 e 300 cilindradas custando menos que o modelo elétrico.

No Brasil, a Kawasaki não oferece a Ninja e-1 por enquanto e a linha da tradicional moto esportiva possui 7 variantes: 300, 500, 500 SE, 650, ZX-4R SE, ZX-4RR e ZX-6R

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