A BYD alcançou a 91ª posição no ranking Fortune Global 500 de 2026. A classificação marca o quinto ano consecutivo da empresa na lista.
Em 2025, a BYD registrou uma receita anual de US$ 111 bilhões (R$ 568,2 bilhões) e lucro líquido de US$ 4,5 bilhões (R$ 23 bilhões). No mesmo período, a empresa comercializou 4,6 milhões de veículos híbridos e elétricos, mantendo a liderança como maior fabricante mundial do segmento.
Crescimento e inovação
O ritmo acelerado continuou em 2026, com mais de 1,8 milhão de unidades vendidas no primeiro semestre. Em julho, a BYD se tornou a primeira montadora do mundo a atingir a marca de 17 milhões de veículos eletrificados produzidos.
Esse desempenho é sustentado pelo investimento em tecnologia. Em 2025, a companhia destinou US$ 8,7 bilhões (R$ 44,5 bilhões) para pesquisa e desenvolvimento. Os aportes resultaram em avanços como a segunda geração da bateria Blade e a tecnologia Flash Charging, que carrega a bateria de 10 a 70% em cinco minutos.
A empresa também lançou seu sistema de condução autônoma em vias urbanas no mercado chinês e disponibilizou a versão com LiDAR do sistema God's Eye-B para todo o seu portfólio de veículos.
Expansão internacional e o Brasil
As vendas da BYD fora da China ultrapassaram 1 milhão de unidades em 2025, um crescimento de 145% sobre o ano anterior. No primeiro semestre de 2026, as vendas internacionais já superavam 780 mil veículos.
O Brasil se destaca como um dos principais motores dessa expansão. Marcos locais incluem a inauguração do primeiro sistema internacional SkyRail e a produção do veículo eletrificado de número 100 mil na fábrica de Camaçari, na Bahia.
“A ascensão da BYD (...) reflete a rápida consolidação de mercados que abraçaram a eletrificação, e o Brasil é, hoje, um dos grandes protagonistas desse movimento global”, celebra Tyler Li, presidente da BYD Brasil.
Avanços em sustentabilidade
Até junho de 2026, os veículos da empresa contribuíram para a redução de mais de 149,05 bilhões de quilos de emissões de carbono, resultado equivalente ao plantio de mais de 2,48 bilhões de árvores.
No Brasil, a companhia investe em projetos de impacto socioeconômico. No Amazonas, uma parceria com o SENAI-AM capacita alunos ribeirinhos em energia solar. Já na Bahia, um acordo com o Observatório da Indústria da FIEB avalia o impacto econômico da fábrica em Camaçari.
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