A ansiedade de autonomia, preocupação de que a bateria de um carro elétrico acabe antes de chegar ao destino, foi uma das principais barreiras para a adoção dessa tecnologia.
Esse receio era justificável quando os veículos elétricos surgiram, mas o cenário mudou. A ansiedade de autonomia frequentemente se transforma em ansiedade de recarga, que é a preocupação com a inconveniência ou a falta de confiabilidade das estações, como encontrar todos os pontos ocupados ou com carregamento lento.
Baterias mais potentes e mais pontos de recarga
A tecnologia das baterias evoluiu, permitindo que os fabricantes produzam carros com autonomias muito maiores. Segundo a Sociedade de Fabricantes e Comerciantes de Motores (SMMT), a autonomia média de um carro elétrico no Reino Unido é de 379 km.
Muitos modelos já superam essa marca. Nos Estados Unidos, por exemplo, a maioria dos veículos elétricos modernos pode rodar ao menos 160 km, com alguns modelos capazes de ultrapassar 800 km.
Outro fator que combate essa preocupação é o aumento no número de estações de recarga públicas.
Como eliminar a preocupação com a bateria
A tecnologia embarcada nos veículos oferece soluções práticas. Serviços permitem que o motorista monitore a saúde da bateria, planeje paradas para recarga e verifique preços e disponibilidade das estações em tempo real.
A recarga doméstica, especialmente com um sistema de Nível 2, é a maneira mais confiável e econômica de carregar um veículo elétrico. Redes de recarga também facilitam o processo.
Para motoristas que ainda se sentem inseguros, os veículos elétricos híbridos plug-in (PHEV) são uma alternativa.
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