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História

Mercedes-Benz SL R 230: A lenda de 25 anos que virou objeto de desejo

Conheça o roadster que redefiniu luxo e performance com teto retrátil, motores V8 e V12 e inovações que o tornaram um clássico instantâneo

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O teto retrátil rígido, um dos grandes destaques do Mercedes-Benz SL R 230, em pleno processo de acionamento
O teto retrátil rígido, um dos grandes destaques do Mercedes-Benz SL R 230, em pleno processo de acionamento Foto: Divulgação/Mercedes

Há 25 anos, o Mercedes-Benz SL R 230 inaugurou uma nova era para os roadsters da marca, combinando conforto para longas viagens com desempenho refinado. O modelo levou o legado do SL para o século XXI com inovações que o tornaram um clássico moderno, desejado por colecionadores.

Um dos seus principais destaques é o teto retrátil rígido, que transforma o automóvel de coupé em roadster em apenas 16 segundos. A operação envolve onze cilindros hidráulicos e 17 interruptores de fim de curso em uma sequência precisa. O sistema gira o vidro traseiro, o que amplia a capacidade do porta-malas quando o teto está aberto.

O modelo também foi pioneiro ao oferecer um teto panorâmico de vidro, proporcionando a sensação de dirigir ao ar livre mesmo com o teto fechado. As versões mais exclusivas contavam com itens do programa designo, precursor da atual linha de personalização MANUFAKTUR, com cores e acabamentos que conferiam um caráter único.

O SL 500 estreou em julho de 2001, em Hamburgo, com um motor V8 de 5 litros e 306 cv (225 kW). Pouco depois, a linha foi ampliada com a chegada do SL 55 AMG, equipado com um motor V8 supercharged de 476 cv (350 kW).
O SL 500 estreou em julho de 2001, em Hamburgo, com um motor V8 de 5 litros e 306 cv (225 kW). Pouco depois, a linha foi ampliada com a chegada do SL 55 AMG, equipado com um motor V8 supercharged de 476 cv (350 kW). Foto: Divulgação/Mercedes

Performance refinada com motores V8 e V12

O SL 500 estreou em julho de 2001, em Hamburgo, com um motor V8 de 5 litros e 306 cv (225 kW). Pouco depois, a linha foi ampliada com a chegada do SL 55 AMG, equipado com um motor V8 supercharged de 476 cv (350 kW).

O portfólio de desempenho atingiu seu ponto máximo com o SL 600, que usava um motor V12 biturbo, e com o SL 65 AMG Black Series, de 670 cv (493 kW). Antes mesmo do lançamento oficial, o SL 55 AMG atuou como Safety Car da Fórmula 1 no Grande Prêmio da Alemanha, em 29 de julho de 2001, demonstrando seu caráter esportivo.

O portfólio de desempenho atingiu seu ponto máximo com o SL 600, que usava um motor V12 biturbo, e com o SL 65 AMG Black Series, de 670 cv (493 kW). Antes mesmo do lançamento oficial, o SL 55 AMG atuou como Safety Car da Fórmula 1 no Grande Prêmio da Alemanha, em 29 de julho de 2001, demonstrando seu caráter esportivo.
O portfólio de desempenho atingiu seu ponto máximo com o SL 600, que usava um motor V12 biturbo, e com o SL 65 AMG Black Series, de 670 cv (493 kW). Antes mesmo do lançamento oficial, o SL 55 AMG atuou como Safety Car da Fórmula 1 no Grande Prêmio da Alemanha, em 29 de julho de 2001, demonstrando seu caráter esportivo. Foto: Divulgação/Mercedes

Segurança e aerodinâmica

O R 230 estabeleceu novos padrões em segurança passiva, com uma estrutura que combina aço de alta resistência, alumínio, magnésio e plástico. Essa construção leve resultou em uma rigidez torcional 20% superior à do seu antecessor, o R 129.

O veículo introduziu um novo airbag lateral para cabeça e tórax. A aerodinâmica otimizada também ofereceu melhor proteção contra correntes de ar com o teto aberto, e o coeficiente de arrasto foi reduzido para 0,29, uma melhora em relação ao R 129, que tinha 0,32.
O veículo introduziu um novo airbag lateral para cabeça e tórax. A aerodinâmica otimizada também ofereceu melhor proteção contra correntes de ar com o teto aberto, e o coeficiente de arrasto foi reduzido para 0,29, uma melhora em relação ao R 129, que tinha 0,32. Foto: Divulgação/Mercedes

O veículo introduziu um novo airbag lateral para cabeça e tórax. A aerodinâmica otimizada também ofereceu melhor proteção contra correntes de ar com o teto aberto, e o coeficiente de arrasto foi reduzido para 0,29, uma melhora em relação ao R 129, que tinha 0,32.

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