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INVESTIMENTO

Toyota quer investir R$ 10 bilhões em nova linha de montagem

A proposta foi protocolada junto ao governo do Texas e faz parte da estratégia da companhia para aumentar a produção de veículos no mercado norte-americano

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Logotipo Toyota
Logotipo Toyota Foto: Divulgação

A Toyota pretende ampliar sua presença industrial nos Estados Unidos com um novo investimento bilionário no Texas. Segundo documentos apresentados às autoridades locais, a montadora japonesa planeja construir uma nova linha de montagem em sua fábrica já existente no estado, em um projeto estimado em US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões na cotação atual).

A proposta foi protocolada junto ao governo do Texas e faz parte da estratégia da companhia para aumentar a produção de veículos no mercado norte-americano. A nova estrutura deve ser instalada no complexo industrial da Toyota em San Antonio, onde atualmente são fabricados modelos como a picape Tundra e o SUV Sequoia.

Logotipo Toyota Hybrid
Logotipo Toyota Hybrid Foto: Divulgação/Toyota

De acordo com informações divulgadas pela "Reuters", a expectativa é que as obras tenham início até o fim de 2026, enquanto a operação da nova linha de montagem pode começar por volta de 2030. O projeto também prevê a criação de cerca de 2 mil empregos diretos na região.

O movimento ocorre em meio à pressão do governo dos Estados Unidos para que montadoras ampliem a produção local e reduzam a dependência de importações. A Toyota já anunciou anteriormente um plano de investir até US$ 10 bilhões no mercado norte-americano ao longo dos próximos cinco anos.

Além da expansão no Texas, a fabricante também vem acelerando investimentos globais em veículos híbridos e eletrificados. Em 2026, a companhia confirmou novos aportes em fábricas nos Estados Unidos, Japão e Índia, mirando aumento de capacidade e adaptação às mudanças do setor automotivo.

Apesar do avanço dos carros elétricos, a Toyota mantém foco em modelos híbridos, segmento que segue registrando forte demanda nos Estados Unidos. A estratégia busca equilibrar crescimento industrial, eficiência logística e adaptação às novas políticas comerciais americanas.