A temporada de 2026 da Fórmula 1 começa no próximo final de semana, com o GP da Austrália, realizado em Melbourne. Para este ano, a F1 reserva diversas mudanças em seu regulamento, com carros menores, mais leves e utilizando um conjunto híbrido com combustível sustentável. As equipes, além de se enquadrar nas novas regras, também precisarão gastar mais.
Segundo uma reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, o novo combustível adotado pelas construtoras é extremamente valioso. Seu litro custa entre 170 dólares (R$ 895) e 300 dólares (R$ 1.579). Como o tanque de um carro de F1 comporta 100 litros, o suficiente para uma prova do torneio, as equipes podem gastar até 30 mil dólares (R$ 158 mil) por prova. Serão 24 temporadas ao longo do ano.
Pela primeira vez na história da F1, metade da potência será elétrica, entregando aproximadamente 500 cv. A outra metade vem de um motor a combustão V6, que deixará de usar gasolina para usar o novo biocombustível, 100% sustentável.
Com as alterações no regulamento, a FIA espera reduzir em até 60% as emissões de gases poluentes na competição. Até o momento, a ideia vem agradando alguns pilotos do grid, como o heptacampeão Lewis Hamilton, um dos maiores defensores do combustível sustentável no torneio.
As mudanças também afetam a competição como um todo. Com o botão "boost mode" no volante, os pilotos poderão utilizar estrategicamente a energia armazenada pelos carros. Além disso, os veículos são menores e mais leves, o que deve aumentar a quantidade de ultrapassagens.
De modo geral, as alterações no regulamento técnico da Fórmula 1 visam trazer mais agilidade, competitividade e sustentabilidade para a principal categoria do automobilismo mundial.
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