A marca Geely alcançou um marco impressionante no mercado brasileiro ao superar 20 mil unidades vendidas em menos de um ano de operação, iniciada em julho de 2025. O grande impulsionador desse resultado é o modelo elétrico compacto EX2, que se consolidou como o segundo veículo mais vendido no varejo do país no primeiro semestre de 2026.
O desempenho expressivo do EX2 reflete uma estratégia agressiva que combina preço competitivo, baixo custo de manutenção e um pacote de equipamentos bem ajustado para o uso urbano. Esses fatores foram cruciais para atrair um público que busca seu primeiro carro elétrico ou uma opção mais eficiente para o dia a dia nas cidades.
O que explica o sucesso do EX2?
A rápida aceitação do Geely EX2 pode ser atribuída a uma combinação de fatores que o tornam uma proposta atraente no cenário atual de eletrificação. O veículo se destaca principalmente por três pilares que dialogam diretamente com as necessidades do consumidor brasileiro.
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Preço competitivo: posicionado em uma faixa de preço agressiva, o EX2 tornou o carro elétrico mais acessível para uma parcela maior da população, desafiando diretamente modelos a combustão de entrada e intermediários.
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Foco no uso urbano: com dimensões compactas, boa autonomia para trajetos diários e agilidade no trânsito, o modelo se apresenta como uma solução prática e econômica para a mobilidade urbana, livre de rodízio em grandes capitais.
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Pacote de equipamentos: o carro entrega um nível de tecnologia e conforto geralmente encontrado em segmentos superiores, incluindo central multimídia, itens de segurança e acabamento cuidadoso, o que aumenta sua percepção de valor.
Produção nacional para consolidar estratégia
Um dos movimentos estratégicos mais importantes para o futuro do EX2 é o início de sua produção nacional, prevista para 2026. A fabricação em solo brasileiro, que deve ocorrer em parceria com a Renault no Paraná, demonstra o compromisso de longo prazo da Geely com o mercado local e visa proteger o modelo das flutuações do dólar, além de simplificar a logística.
Com a futura produção local, a expectativa é que o EX2 mantenha sua competitividade e amplie sua participação de mercado. A nacionalização permitirá um controle maior sobre os custos e a cadeia de suprimentos, posicionando o compacto elétrico de forma ainda mais forte para competir com rivais diretos e futuros lançamentos no segmento.
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