A renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para condutores com mais de 70 anos agora segue regras mais rigorosas. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a validade do documento para essa faixa etária foi reduzida para três anos, o que exige um acompanhamento mais frequente das condições de saúde do motorista.
Os condutores idosos devem passar por exames médicos obrigatórios que avaliam as capacidades físicas e cognitivas necessárias para dirigir com segurança. O objetivo é verificar se o envelhecimento ou doenças degenerativas podem comprometer a segurança no trânsito.
Caso sejam diagnosticadas doenças graves, como Alzheimer, Parkinson ou sequelas de Acidente Vascular Cerebral (AVC), os órgãos de trânsito podem impedir a renovação da CNH. Também podem ser impostas restrições severas, como a proibição de dirigir durante a noite.
Falta de exames pode levar à cassação
Os exames obrigatórios verificam a capacidade visual e auditiva, além dos reflexos e da cognição do motorista. As doenças que mais preocupam os peritos incluem Alzheimer, Parkinson, diabetes descompensada, cardiopatias graves e as sequelas de AVC.
O motorista que não cumprir a rotina de exames pode ter sua habilitação recolhida. O perito examinador também tem autonomia para reduzir ainda mais o prazo de validade da carteira se identificar sinais de condições degenerativas que necessitem de um monitoramento em intervalos menores.
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