Na linha 2026, a diferença de R$ 30 mil entre o BYD Dolphin de entrada (R$ 154.800) e a versão topo de linha Plus (R$ 184.800) vai muito além da aparência. Os modelos são visualmente parecidos, mas as mudanças mecânicas e de equipamentos justificam o investimento maior. Vamos direto ao ponto para entender o que cada um entrega.
O coração da diferença está no desempenho. Enquanto a versão de entrada oferece um motor elétrico de 95 cv e 18,3 kgfm de torque, o Dolphin Plus eleva a experiência de condução com um propulsor de 204 cv e 31,6 kgfm. Na prática, isso se traduz em uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 7 segundos, contra 10,9 segundos do modelo mais barato.
Motor e desempenho: o pulo do golfinho
Essa potência extra transforma o Dolphin Plus em um carro significativamente mais ágil e divertido de dirigir, especialmente em ultrapassagens e retomadas de velocidade na estrada. A sensação é de um veículo com pegada esportiva, bem diferente do comportamento mais contido da versão de entrada, que foca totalmente no uso urbano.
Outro ponto fundamental é o conjunto de baterias. O modelo de entrada vem com uma bateria de 44,9 kWh, que garante uma autonomia de 291 km, segundo o padrão do Inmetro. Já a versão Plus conta com uma bateria maior, de 60,5 kWh, que eleva o alcance para 330 km com uma única carga. Essa margem extra dá mais segurança para viagens curtas.
Mais equipamentos e conforto a bordo
No quesito conforto e tecnologia, o Dolphin Plus também se destaca. Com a atualização da linha 2026, a versão de entrada passou a incluir itens como os ajustes elétricos para os bancos e o carregador de celular por indução. Ainda assim, o modelo mais caro mantém exclusividades que aprimoram a experiência a bordo e a dirigibilidade. O investimento extra inclui:
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Teto solar panorâmico fixo;
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Rodas de liga leve de 17 polegadas com design exclusivo;
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Suspensão traseira do tipo multilink, que oferece mais estabilidade e conforto ao rodar.
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