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Os 5 maiores mitos sobre carros que podem estragar o seu motor em 2026

A tecnologia automotiva evoluiu muito e algumas práticas antigas não fazem mais sentido; veja o que você não deve mais fazer com seu carro novo

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Motor V6 é protegido por uma enorme capa plástica
Motor V6 é protegido por uma enorme capa plástica Foto: Divulgação

Muitos hábitos que seu pai ou avô tinham com o carro já não se aplicam aos modelos de 2026. A tecnologia dos motores, dos lubrificantes e dos sistemas eletrônicos evoluiu, e insistir em práticas antigas pode, na verdade, prejudicar o seu veículo e pesar no seu bolso. Manter-se atualizado é fundamental para garantir a durabilidade e o bom funcionamento do motor.

Certas "verdades" do mundo automotivo foram passadas por gerações, mas hoje representam apenas mitos. Seguir conselhos ultrapassados pode levar a um desgaste prematuro de componentes caros e a um consumo de combustível maior do que o necessário. É hora de abandonar velhos costumes e adotar uma nova rotina de cuidados.

Confira os cinco maiores mitos que você precisa abandonar para não danificar seu carro novo:

  1. Aquecer o motor antes de sair: Esse é um clássico. Em carros modernos com injeção eletrônica, o sistema ajusta a mistura de ar e combustível automaticamente. Ligar o carro e esperar "esquentando" apenas gasta combustível. O correto é dar a partida e sair dirigindo de forma suave nos primeiros minutos.

  2. Trocar o óleo a cada 5.000 km: Essa regra valia para óleos minerais antigos. Hoje, os lubrificantes sintéticos e semissintéticos, recomendados para a maioria dos carros, têm durabilidade muito maior. Siga sempre a recomendação do manual do proprietário, que geralmente indica trocas a cada 10.000 km ou um ano.

  3. Usar gasolina aditivada para limpar um motor sujo: A gasolina aditivada possui detergentes que ajudam a manter o sistema de injeção limpo, mas ela não faz milagres. Sua função é preventiva. Se o motor já estiver com borra ou carbonizado, o combustível aditivado não conseguirá reverter o problema.

  4. Andar na "banguela" em descidas economiza combustível: Nos carros com injeção eletrônica, acontece o oposto. Quando o carro está engrenado e sem acelerar (freio-motor), o sistema corta o envio de combustível. Em ponto morto, o motor precisa injetar combustível para se manter ligado, gastando mais. Além disso, a prática é perigosa.

  5. Calibrar os pneus com a pressão máxima indicada neles: A pressão máxima estampada na lateral do pneu indica o limite de segurança dele, não a calibragem ideal para o seu carro. A pressão correta está sempre informada em um adesivo na porta do motorista ou na tampa do combustível.

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