Os SUVs estão em alta no mercado nacional de 0 km. Segundo dados da Fenabrave, 54,89% dos veículos emplacados no país em 2025 foram deste tipo de carroceria. Mas, afinal, o que um carro precisa para ser considerado utilitário esportivo no Brasil?
Primeiro, é preciso saber que o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) é o responsável pela classificação oficial dos veículos no país. Na prática, é o órgão que cria o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) para medir consumo, emissões e categorizar os carros.
Desta forma, para ser um SUV, não basta ser apenas "altinho". É necessário ter ângulo de entrada de 23°, ângulo de saída de 20°, altura do solo de 20 cm, altura livre sob os eixos dianteiro e traseiro de 18 cm e ângulo de transposição de rampa de 10°.
O Inmetro explica que esses critérios foram definidos para separar os utilitários esportivos de verdade dos hatches e sedãs comuns. Assim, o que um carro precisa para ser SUV segundo o Inmetro são medidas específicas de ângulos e altura, com uma pequena margem de tolerância.
Categorias de SUVs
Para diferenciar os modelos menores dos maiores, no Brasil, os SUVs são divididos por tamanho. Atualmente, há quatro grupos dentro dos utilitários esportivos, sendo eles: subcompacto, compacto, médio e grande. Veja alguns exemplos abaixo.
A-SUV(subcompactos): são os menores, perfeitos para cidade. Exemplos: Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Renault Kardian. Altura e ângulos contam mais que o porte.
B-SUV (compactos): um pouco maiores, possuem espaço e agilidade. Exemplos: Renault Duster, Fiat Fastback, Volkswagen Nivus, Jeep Renegade.
C-SUV (médios): maiores, para quem quer conforto e espaço. Aqui entram Jeep Compass, Toyota Corolla Cross, Volkswagen Taos, BYD Song Plus, GWM Haval H6.
D-SUV (grandes): os grandalhões, normalmente possuem sete lugares. Exemplos: Toyota SW4, Jeep Commander, Chevrolet Trailblazer, Volkswagen Tiguan.
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