A Honda decidiu, na primeira semana de 2026, subir os preços do novo WR-V. Lançado em outubro do ano passado, o SUV ficou mais caro nas duas versões (EX e EXL), com acréscimos na faixa de R$ 2.200. Os novos valores já aparecem no site da marca japonesa e nas concessionárias espalhadas pelo Brasil.
Desta forma, o Honda WR-V já tem preços que superam a casa dos R$ 150 mil. A versão EX, de entrada, passou de R$ 144.990 para R$ 147.100. Já a variante mais cara, EXL, subiu de R$ 149.990 para R$ 152.100.
Como é o novo Honda WR-V?
Em termos visuais, o WR-V se destaca pela linha de cintura bem elevada e dianteira chapada, o que dá ao modelo uma sensação de robustez e tamanho. Os faróis são finos e trazem assinatura em LED que também faz a função de luz de seta. A iluminação é em LED para o DRL, faróis alto e baixo.
Na traseira, o design da Honda aposta em lanternas de dois elementos, com formato de bumerangue na parte que vai até a lateral do veículo, enquanto a parte central é horizontal e é conectada por uma barra com iluminação em LED.
A cabine traz elementos já conhecidos do City (como os bancos e volante), mas também inova com saídas de ar horizontais, ar-condicionado digital e automático, retrovisores com ajustes e rebatimentos elétricos, painel de instrumentos digital de 7 polegadas, multimídia de 10 polegadas com design flutuante, câmera de ré e duas portas USB tradicionais.
Na versão EXL, a topo de linha, o WR-V ganha carregador de celular sem fio, bancos com revestimento em couro. Independente das versões, o modelo traz partida por botão, mas freio de estacionamento manual tradicional.
Os bancos traseiros são bi-partidos (60/40) e podem ter o encosto rebatido, mas não contam com o sistema magic seat. Os ocupantes traseiros terão saídas de ar-condicionado central, mas somente a versão EXL traz apoio de braço com porta-copos.
As dimensões do WR-V são de 4,32 metros de comprimento, 2,65 m de entre-eixos, 1,65 m de altura e 1,79 m de altura. O porta-malas possui 458 litros de capacidade.
Se o SUV é inédito no Brasil, debaixo do capô a Honda apostou em uma solução caseira e já conhecida. O motor é o tradicional 1.5 flex aspirado de 126 cv (independente do combustível) e torque de 15,8 kgfm com etanol ou 15,5 kgfm com gasolina. A transmissão também manteve a configuração automática do tipo CVT com trocas de marchas por borboletas atrás do volante.
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