Vectra de jogador do Atlético-MG chama a atenção na Cidade do Galo

Sedã tunado acompanha o volante Pierre desde os tempos em que ele jogava no Palmeiras

Publicidade

Entre carros de luxo, esportivos e importados dos jogadores do Atlético, um modelo diferente chama a atenção na Cidade do Galo. Mais colorido, chamativo, detalhado e possante, o Vectra tunado do volante Pierre se destaca.

 

Veja mais fotos do Vectra tunado de Pierre

 

Dono de uma marcação voraz em campo e sinônimo de raça, Pierre também é “veloz e furioso” quando o assunto é carro. “Isso é uma paixão desde criança. Sempre fui apaixonado por carro. Todas as vezes que comprava um carro, gostava de mexer, colocar roda, som”, conta ao Superesportes.

Pierre modificou o seu Vectra no visual e na mecânica. O carro já o acompanha desde os tempos de Palmeiras. “Fui adaptando, mexendo o capô, trocava roda, suspensão a ar… Mexi um pouquinho no motor. Aos poucos, fui mexendo nele, gostando e hoje quando passa na rua faz o maior sucesso”, afirma o camisa 55.

No Atlético, Pierre é o único adepto da moda “Velozes e Furiosos”, série de filmes que faz sucesso entre os fãs de tunning. Mas, no Palmeiras, seu antigo clube, ele tinha companhia para se divertir com as modificações do seu automóvel. “Tenho um amigo, era eu e ele para cima e para baixo lá em São Paulo. É o zagueiro Maurício Ramos, que tem um Astra tunado. A gente mexia na mesma loja, um dava uma dica para o outro. É um grande companheiro”, diz.

Na Cidade do Galo e nos tempos de Palmeiras, Pierre diz que já recebeu propostas para vender o carro, que faz sucesso entre os colegas. “Muitos comentam, principalmente no Palmeiras. Vira e mexe recebo umas cantadas se tenho interesse de vender o carro. Mas falo que é meu xodó, que não tem preço. Sem dúvida é minha paixão e não tenho interesse de vender”.

O Vectra já acompanha Pierre há quatro anos. O volante já nem sabe quanto investiu para que o carro ficasse na sua configuração atual. Hoje, o defensor alvinegro também tem outro carro de passeio, para sair e viajar com a família.

Antigamente, mexer nos carros gerava problema para Pierre em casa, com a esposa. Portanto, hoje, é melhor não se desfazer do Vectra. “Era uma briga lá em casa. Queria colocar som no porta mala e na hora de viajar com a família, a mulher reclamava. Com o passar do tempo, comprei o Vectra para fazer o que sempre quis, tunei ele, coloquei suspensão a ar. Hoje é meu xodó. Não tem jeito. Resolvi o problema em casa e faço do Vectra o que eu quiser (risos)”.

Defensor do Galo é “veloz e furioso” dentro e fora de campo