Nissan investirá US$ 250 milhões na fábrica do Brasil e em novo produto

Montadora não revelou qual será o novo carro nacional, mas afirmou que quer chegar à terceira posição no ranking das marcas mais vendidas na América do Sul

Nissan investirá US$ 250 milhões na fábrica do Brasil e em novo produto Montadora não revelou qual será o novo carro nacional, mas afirmou que quer chegar à terceira posição no ranking das marcas mais vendidas na América do Sul

A Nissan exibiu o SUV elétrico Arya, modelo de porte médio que traz novas tecnologias

 

A Nissan anunciou na Argentina, durante lançamento da picape Frontier modelo 2023, um investimento de US$ 250 milhões para as operações brasileiras. Além da atualização da planta de Resende (RJ), a marca informou que esta quantia também será usada para o lançamento de um novo produto nacional.

Porém, a Nissan não deu qualquer pista sobre qual seria esse produto. Sabe-se que a planta brasileira tem a missão de fabricar SUVs. Durante a coletiva, a marca exibiu no palco o Arya, SUV elétrico de porte médio. Claro que esse não será o novo produto fabricado em Resende. Ele foi mostrado como exemplo de conectividade que será implementado na próxima geração de produtos na região.

O Arya foi mostrado como exemplo de conectividade que será implementado na próxima geração de produtos na região

Atualmente, a marca japonesa produz apenas o SUV compacto Kicks no Brasil, sendo que para isso teve que abrir o segundo turno na fábrica de Resende no último mês, gerando mais 600 empregos diretos. A Nissan garantiu que está aumentando o índice de nacionalização de seus modelos tanto no Brasil quanto na Argentina.

Mas, com certeza, o Arya não será o novo produto produzido pela Nissan no Brasil

O plano da montadora para a América do Sul é ocupar nada menos que o terceiro lugar na região, mas não estabeleceram um prazo. Para o Brasil, a ideia não é brigar em todos os segmentos, mas exercer protagonismo nos que pretende disputar.
Os "japoneses" estão animados com a região, que em 2021 registrou crescimento acima da média mundial de 1,5%: 6% no Brasil; 26% na Argentina; 36% no Chile; e 79% no Peru.