À espera de uma nova geração, linha 2021 do Honda City tem aumento de até R$ 3.800

Modelo continua a ser vendido em cinco versões, agora vendidas entre R$ 67.800 e R$ 93.100, mas o ganho em equipamentos foi muito discreto em relação ao incremento nos preços

À espera de uma nova geração, linha 2021 do Honda City tem aumento de até R$ 3.800 Modelo continua a ser vendido em cinco versões, agora vendidas entre R$ 67.800 e R$ 93.100, mas o ganho em equipamentos foi muito discreto em relação ao incremento nos preços

A Honda apresentou a linha 2021 do City, que traz poucas novidades e um considerável aumento de preço em quase todas as versões. Com 5.631 emplacamentos ao longo de 2020, o modelo é um mero coadjuvante entre os sedãs compactos premium, fator que, em parte, pode ser explicado pela espera pela nova geração, aguardada para o ano que vem.

Agora, todas as versões do Honda City 2021 trazem faróis com regulagem elétrica de altura e acendimento automático, que se juntam à lista de itens de série da versão de entrada DX Manual (R$ 67.800), que ainda tem como destaque ar-condicionado, sistema de som com Bluetooth, volante com ajuste de altura e distância. O aumento da versão é de R$ 2 mil.

Já a versão Personal (R$ 68.190), equipada com câmbio automático CVT, foi a única que manteve o preço antigo, mas também não agregou equipamentos. O pacote seguinte é o LX (R$ 82.100), que ficou R$ 3.800 mais caro, mas ao menos passa a trazer a central multimídia de 7 polegadas e espelhamento com o smartphone (pelo Apple CarPlay e Android Auto) e mais quatro tweeters para complementar o sistema de som.

O Honda City EX (R$ 87.400) ficou R$ 3.200 mais caro e não ganhou nehuma novidade. Por fim, a versão de topo EXL (R$ 93.100) sofreu incremento de R$ 3.100 e ganhou retrovisor interno fotocrômico.

Não houve qualquer atualização no design, que, quando comparado aos concorrentes que se renovaram mais recentemente, já se mostra um tanto cansado. Vale destacar que a versão de topo EXL traz faróis em LED. O interior também se manteve inalterado, com bom espaço para os passageiros e um generoso porta-malas, com capacidade para 536 litros.

Em todas as versões, o motor é o 1.5 Flex, com potências de 115cv e 116cv a 6.000rpm (gasolina/etanol) e torques de 15,2kgfm e 15,3kgfm a 4.800rpm (g/e). Apenas a versão de entrada DX traz câmbio manual de cinco marchas. Todas as demais estão equipadas com transmissão automática tipo CVT, que, a partir da versão EX, emula sete velocidades que podem ser trocadas manualmente por meio dos paddle shifts no volante. A direção tem assistência elétrica.