Em abril de 2026, a BYD assumiu a liderança nas vendas diretas ao consumidor no Brasil, um marco para a montadora chinesa no mercado automotivo nacional. Com uma participação de 12,8% no varejo, a empresa conseguiu emplacar dois modelos no pódio do ranking que considera vendas para pessoa física, com o Dolphin Mini na liderança e a família Song em terceiro lugar, demonstrando a força de sua estratégia de eletrificação.
Os modelos que impulsionaram esse resultado foram o compacto Dolphin Mini, que conquistou o primeiro lugar, e a família de SUVs híbridos Song (que soma as versões Pro, Plus e Premium), que ficou com a terceira posição. A combinação de tecnologia, design e uma política de preços agressiva posicionou os veículos da marca como opções atraentes para um público cada vez mais interessado em carros eletrificados.
A dupla de sucesso da BYD em abril
O Dolphin Mini, lançado recentemente, se tornou um fenômeno de vendas. Sua proposta de ser um carro elétrico de entrada, com bom pacote de equipamentos e preço competitivo, atraiu consumidores que antes não consideravam um modelo movido a bateria.
Completando o pódio, a família Song se firmou como uma das opções de híbridos plug-in mais desejadas do mercado. Somando as vendas de suas versões, os modelos agradam quem busca um carro familiar espaçoso, com boa autonomia e a versatilidade de ter dois motores, um elétrico e outro a combustão.
Esse desempenho expressivo no Brasil acontece em um momento estratégico para a BYD. Enquanto a empresa enfrenta uma desaceleração em seu mercado natal, a China, a operação brasileira se firma como um pilar fundamental para a expansão global da montadora.
Os planos futuros reforçam essa aposta no país. A BYD expandiu a produção em sua fábrica de Camaçari (BA), que já produz modelos como Dolphin Mini, King e Song Pro, e anunciou o lançamento do Song Plus DM-i, o primeiro modelo híbrido plug-in com tecnologia flex do mundo, que poderá ser abastecido com etanol, fortalecendo ainda mais sua presença no mercado nacional.
É importante ressaltar que estes dados se referem ao desempenho de abril de 2026, e o ranking de vendas no varejo pode ter sofrido alterações nos meses seguintes.
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