A Aston Martin iniciou a entrega do Valhalla no Brasil, marcando a chegada de um dos hipercarros mais avançados já produzidos pela fabricante britânica ao mercado nacional. Com preço próximo de R$ 14 milhões, o modelo desembarca em volume extremamente limitado e passa a figurar entre os automóveis mais caros e potentes já vendidos oficialmente no país.
Posicionado abaixo do Valkyrie na hierarquia da marca, o Valhalla aposta em uma combinação inédita de desempenho extremo e eletrificação.
O conjunto mecânico é formado por um V8 4.0 biturbo de origem Mercedes-AMG, instalado em posição central-traseira, que sozinho entrega 828 cv. Ele trabalha em conjunto com três motores elétricos, dois no eixo dianteiro e um integrado à transmissão, resultando em 1.079 cv de potência combinada e mais de 112 kgfm de torque.
Esse sistema híbrido permite ao Valhalla acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de 2,5 segundos e atingir velocidade máxima de 350 km/h, números que o colocam no mesmo patamar de modelos consagrados do segmento de hipercarros. A transmissão é automatizada de dupla embreagem e oito marchas, sem marcha a ré convencional: as manobras para trás são feitas exclusivamente pelos motores elétricos dianteiros.
A base do modelo é um monocoque de fibra de carbono, acompanhado de subestruturas em alumínio e suspensão com acerto inspirado na Fórmula 1. A aerodinâmica ativa é um dos destaques, com elementos móveis que ajustam carga, resistência ao ar e estabilidade conforme a velocidade e o modo de condução.
No interior, o Valhalla segue uma proposta minimalista e esportiva, com posição de dirigir baixa, comandos inspirados em carros de competição e foco total na condução. Mesmo assim, o hipercarro oferece recursos tecnológicos e acabamento compatíveis com o status de um Aston Martin.
Com produção global limitada a 999 unidades, o Brasil deve receber apenas uma fração desse total, restrita a poucos exemplares já negociados com clientes selecionados.
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